sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

FINAL DOS TEMPOS?



Essa imagem é de Arraial do Cabo, eu a fiz do alto do Morro do Atalaia 

(uma expressão do tempo absoluto)


Bem… Estamos “finalmente” em 2012 (ano que incrementou as imaginações e ajudou a multiplicar a renda de muitos). De escritores, cineastas, cientistas e de gente que se alimenta de alucinações religiosas, vimos uma crescente onda sobre os finais dos tempos.

Será que haverá exatidão até o último dia do ano, das palavras e profecias aplicadas por essas cabeças? Esperem!! Há também uma parcela de pessoas, que por não terem nada a fazer, colaboram para uma conspiração cósmica; se acham felizardos por saberem alguma coisa, que os outros não sabem! Aí criam aquela ladainha… Que os Maias, Newton e grupos secretos previram algo que aniquilará a humanidade.

Por gentileza, me poupem! Prefiro ler os clássicos, que me aventurar nesta triste peregrinação sobre o fim dos tempos. E por falar nisto estou lendo “o romance morreu”, de Rubem Fonseca (contos). Em outro ponto, que é a literatura, Fonseca consegue mostrar o quanto ela está viva entre nós. Apesar dos presságios passados sobre o seu fim, a palavra escrita tem o seu espaço. Ela faz parte da nossa essência.

Voltando a questão do fim dos tempos, me deparei essa semana com uma entrevista dada por Jean-Claude Carrière, que me despertou outra angulação. Perguntado se vivemos o fim dos tempos ele respondeu: “A primeira coisa que me vem ao espírito, e que é indiscutível, é que assistimos ao fim de certos tempos gramaticais. Onde se meteu o futuro anterior? Que foi que houve com o perfeito simples? Só muito raramente utilizamos o imperfeito do subjuntivo. Que significa essa simplificação? Que são os tempos gramaticais senão uma tentativa minuciosa de nossos espíritos precisos, meticulosos, de considerar todas as formas possíveis, todas as relações que mantemos com o tempo no interior mesmo de nossa ação, de nosso pensamento? O que é a conjugação? Uma tentativa de pensar e dizer toda a diversidade das situações no tempo. Claro, esta é uma tarefa impossível. Jamais se poderá retalhar o tempo em ‘tempos’ bastantes para se conseguir controla-lo e se poder dizer, a cada instante: estamos naquele tal tempo, naquele fugidio posto avançado”.

Que lucidez!!!

Por hora voltarei a ouvir Sonny Rollins. Até mais.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

COPASA, AGROTÓXICOS E O LIXO




A Copasa e muitas dúvidas

Hoje em Barbacena nós temos questões ambientais muito sérias e tratadas com descaso. Uma delas se refere à Copasa. E eu não estou discutindo aqui se ela tem que ficar ou sair da cidade. A questão é que a Copasa veio para cá, tendo com uma das promessas construir uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto, com capacidade para todo o esgoto dos 20 bairros onde ela atua. Três anos já se passaram e até hoje nada.

Hoje a Copasa praticamente tem o controle de toda a água de Minas Gerais. E eu pergunto aqui, esta empresa fez alguma coisa pra proteger as nascentes aqui da nossa cidade, ou dos outros municípios onde atua? Ela faz sistematicamente um trabalho de conscientização das populações ribeirinhas ou dentro das escolas municipais da cidade? Sinceramente, eu não vejo nada disso nem em Barbacena, nem em Antônio Carlos, ou Santos Dumont, por exemplo.

Agrotóxico um problema ambiental
Outro ponto alarmante na nossa região é o uso indiscriminado de agrotóxicos nas nossas plantações. O excesso de agrotóxico deixou de ser há muito tempo um problema de conscientização do uso e de armazenamento e passou a ser considerado um sério problema de saúde pública. Um estudo feito em 2008, aponta as cidade de Carandaí e Barbacena foram as cidades que registraram os maiores índices de intoxicação nos trabalhadores rurais de todo o Brasil. Isto é muito grave pra nossa região! Existem ainda estudos que comprovam que o índice de suicídios aqui na nossa região, tem aumentado, e está diretamente ligado ao uso de agrotóxicos. Minas Gerais é hoje um dos estados que mais consome agrotóxicos.

O lixo nosso de cada dia
Outro problema gravíssimo que Barbacena enfrenta é quanto a destinação do nosso lixo. Temos hoje aqui o chamado Aterro Controlado, que não é nada menos do que um tipo de lixão reformado. Um aterro controlado até torna o local de destinação de resíduos um empreendimento adequado à legislação, porém, continua sendo inadequado do ponto de vista ambiental, já que contamina o solo e o lençol freático. Esse tipo de aterro não pratica medidas para combate à poluição, uma vez que não recebe camada impermeabilizante ideal antes de depositar o lixo, também não trata integralmente o chorume e os gases que emanam da decomposição do lixo. Precisamos de fazer valer a legislação, para que ela puna realmente os assassinos da natureza.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Jingle da campanha




Luiz Penna
O meu voto ninguém diz
Eu mesmo faço
Porque voto no quatro três zero quatro

Do Partido verde
Deputado Federal
Quem não ta preocupado
Com a questão ambiental ?

Cidadania e sustentabilidade
Olho no olho isso que é sinceridade
Cidadania e sustentabilidade
Olho no olho é responsabilidade

Com a Marina
Presidente
Defendendo a cultura
E o nosso meio ambiente

Luiz Penna
Quatro três zero quatro
Nossa alma nacional
No planalto central

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

DOAÇÃO DE CAMPANHA


Eu na minha caminhada ecológica pela Serra dos Órgãos (RJ), em 2008

É interessante participar de um processo eleitoral para ver de perto como ele funciona. Pois bem... Uma das coisas que tenho observado nessa correria a procura de votos, são as discrepâncias econômicas quanto aos gastos de campanha.



Há candidatos que aplicam imensas fortunas para conseguir um cargo; o que não é o meu caso, já que tenho uma postura mais ideológica com relação a questão ambiental e humana.


Precisamos de uma reforma política já!! E que seja consistente, pois vivemos de fato em um estado autoritário, do ponto de vista econômico, onde presenciamos a força de grupos que apenas pensam em lucrar com o cargo público, e disso fazem um verdadeiro circo de horrores para progredirem em grandes esquemas. Alguma coisa de fato está “fora da ordem”, como bem diz Caetano Veloso.


A lista de pessoas envolvidas nestas conjunturas econômicas é enorme e me irritam como cidadão. Já as forças populares, essas infelizmente, representam uma pequena fatia nesse labirinto chamado “poder”.


Como o Brasil está atrasado... Até agora [desde o início da anistia na década de 70] não conseguimos encontrar um caminho coerente, com relação ao significado de liberdade e igualdade.


As ideologias foram engolidas pela ganância do aparelhamento partidário. “Ideologia...Eu quero uma pra viver...”, frisava Cazuza ao sacar a necessidade de toda uma geração que ficou órfã, para poder viver de fato em um país mais interessante e sem corrupção.


Eu me manterei tranquilo, nesta minha via. Sem verba para me expor, farei uma campanha corpo a corpo que seja orientada pela dialética, sem qualquer viés de assistencialismo. Vamos dar um basta na compra de votos.


Nesta lógica insana para obter um assento no legislativo ou no executivo, fica uma questão: qual é de fato o comprometimento de um candidato para investir no fortalecimento do bem estar social? Você, caro leitor, com certeza já tem a resposta na ponta da língua.


Tudo míngua quando nos deparamos com a realidade da ambição, da vaidade e da sórdida relação de muitos políticos com as engrenagens dessa máquina eleitoral, construída para colaborar a favor de sucessivos simulacros de progresso.


Muitos governadores, senadores, deputados federais e estaduais, quando eleitos, preferem erguer presídios e colocar sua força policial nas ruas. Investir na educação e na cultura dos seus jovens? Nem pensar!! Se essa história fosse diferente, não teríamos um quadro tão negativo como o atual, onde milhares de pessoas se destroem por causa das drogas e da violência gratuita.


Por isso volto a frisar: minhas ideias como candidato a deputado federal estão pautadas na participação social, com meta de elevar a capacidade da população para uma gestão mais responsável e crítica sobre o meio ambiente e, sobretudo, na criação de novas dinâmicas regionais que capacite adolescentes e jovens a compreenderem um novo modelo de economia solidária através do desenvolvimento sustentável.


Quem estiver interessado em me apoiar nesta jornada como doador de campanha, ficarei muito grato.


O dinheiro arrecadado será gasto no estrutural de campanha e será contabilizado no site do TSE.


O número do meu CNPJ é 12.180.197/0001-77.


Agência 0009


Código de operação 003


Conta corrente: 1484-7


Banco: Caixa Econômica Federal


Em nome de Luiz Dias da Silva


Agradeço pela atenção de todos



LUIZ PENNA - 4304

Para tirar qualquer dúvida faça contato pelo endereço luizpenna230@hotmail.com


SAUDAÇÕES VERDES

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Coragem para vencer




NO MUNDO É PRECISO CORAGEM PARA ENFRENTAR AS DIVERSIDADES. E NADA COMO A EXPERIÊNCIA PARA ENSINAR ESSES DETALHES TÃO NECESSÁRIOS PARA ESTARMOS AQUI VIVOS E, PRINCIPALMENTE, COMPROMETIDOS COM O BEM ESTAR DAS PESSOAS E DO PLANETA.


EU TENHO UMA HISTÓRIA DE VIDA SINGULAR. FUI CONHECER OS MEUS IRMÃOS DE SANGUE QUANDO TINHA 30 ANOS – HOJE TENHO 46 -. ASSIM COMO EU, ELES FORAM ADOTADOS. 4 CRIANÇAS ADOTADAS.

CADA UM DE NÓS SEGUIU UMA TRAJETÓRIA DIFERENTE. PORTANTO COM VALORES CULTURAIS BASTANTE DISTINTOS. QUANDO COMECEI A REMENDAR CADA PARTE DESTA HISTÓRIA PARA DESCOBRIR A MINHA ORIGEM, ALGUMAS INFORMAÇÕES FORAM PRECIOSAS NA ELABORAÇÃO DESSA CONSTRUÇÃO, DE JUNTAR AS PEÇAS E ORDENAR PSICOLOGICAMENTE A MINHA ESTRUTURA INTERIOR. FOI O QUE FIZ.

A MINHA MÃE BIOLÓGICA VIVIA EM ANTÔNIO CARLOS COM O SEU MARIDO E FILHOS. ISSO ACONTECEU NA DÉCADA 60. PORÉM ELA MANTINHA UMA PAIXÃO SECRETA COM O SEU CUNHADO E DESSA RELAÇÃO VIERAM AO MUNDO EU E OS MEUS IRMÃOS.

DETERMINADA A ASSUMIR ESSE AMOR, ANA MERGULHOU FUNDO NA POSSIBILIDADE DE FAZER DISSO O SEU PROJETO DE VIDA. SEM TEMER A QUALQUER PUNIÇÃO RESOLVEU SEGUIR EM FRENTE NA PROPOSTA DE ESTAR COM UM OUTRO HOMEM, QUE TAMBÉM TINHA MULHER E FILHOS.

INFELIZMENTE SEUS CÁLCULOS DERAM ERRADO E ELA TEVE QUE REVER SUAS ATITUDES, POIS O MEU PAI BIOLÓGICO RESOLVEU FICAR COM A SUA FAMÍLIA. IMAGINA A PRESSÃO NA CABEÇA DOS DOIS?

POIS BEM, SEM ALTERNATIVAS FINANCEIRAS [ELA NÃO TINHA NENHUMA FORMAÇÃO] ANA FOI OBRIGADA A VOLTAR PARA O MARIDO, COM UMA CONDIÇÃO: SEM OS 4 FILHOS.

NAQUELA ÉPOCA SUA OPÇÃO FOI ENTREGAR A NOSSA GUARDA PARA PESSOAS DE BEM. CERTAMENTE ELA ACERTOU NESTA ESCOLHA. A MINHA ADOÇÃO FOI REALIZADA EM UM CARTÓRIO DE ANTÔNIO CARLOS, COM SEIS MESES DE VIDA. FUI ADOTADO POR UMA FAMÍLIA DE COMERCIANTES EM SANTOS DUMONT.

Trajetória
Tudo ia a mil maravilhas, pois vivia muito bem e nada me faltava. Principalmente o carinho de minha mãe. Mas o sonho “acabou” quando atingi os 10 anos de idade. Ela morreu e me deixou tristemente só e sem chão. Passado alguns dias fui morar com a minha irmã de criação, que me acolheu durante dois anos.

Como estava com 12 anos e queria viver ao lado do meu pai, um homem bastante ocupado, decidi ser feliz
do meu jeito e aproveitar a minha pré-adolescência de uma maneira saudável e cheia de estrepolias juvenis. Mas uma vez os meus projetos vieram por água abaixo, quando o meu pai faleceu. Com apenas 14 anos de idade, me via extremamente sozinho.

Vou ser sincero. Não foi nada fácil suportar essa trilha existencial até a maioridade dos 18 anos. Foi uma via pessoal que dá um livro, caso eu detalhe os pormenores dessa jornada. O que parecia ser difícil foi se tornando também leve, exato, harmonioso e alegre. Alguém já disse que é nas dificuldades que encontramos a resposta certa para seguirmos o nosso destino? Acho que sim.

Da solidão, aprendi a conhecer a introspecção; do medo, a capacidade de compreender as fragilidades humanas; e das virtudes, uma maneira de encontrar a sabedoria. Ao longo dos anos fui me adaptando, como um camaleão, as pluralidades da realidade e me aperfeiçoando como ser humano. Durante muito tempo vivi na casa de amigos, parentes e até mesmo de “desconhecidos”, que abriram suas portas para me receber como um ente querido.

JÁ OS MEUS 3 IRMÃOS TIVERAM UMA VIDA NORMAL. A SEQUÊNCIA FOI MANTIDA E A CADA UM FOI POSSÍVEL SE AMPARAR EM ESTRUTURAS FAMÍLIARES QUE OS GARANTISSE VIVER COM DIGNIDADE.

domingo, 11 de julho de 2010

Luiz Penna


Eu sou Luiz Penna, mineiro, 46 anos, tenho um trabalho sério na área do jornalismo de desenvolvimento social. Já escrevi mais de 500 reportagens pela periféria nas regiões da Zona da Mata e Vertentes. Como escritor e videomaker [fui selecionado com o meu trabalho "Movimento Terrestre", para participar da Eco-92 - o único mineiro na época]. No rádio produzi programas relacionados com temas culturais e ambientais. Já entrevistei Frei Beto, Lula, Aécio Neves, Moacir Scliar, Eduardo Bueno, João Bosco, Ziraldo, Adélia Prado e mais de 1.000 pessoas que tem alguma coisa a dizer sobre o que pensam sobre esse imenso e vasto mundo. Sou candidato a deputado federal pelo PV e me orgulho de estar ao lado de Marina Silva nesta grande jornada. Tenho uma biografia construída com transparência.

O endereço do meu blog de texto é
https://luizpenna43.wordpress.com/

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sou candidato a deputado Federal pelo PV




Porque você é candidato a deputado federal?

Há poucos dias a americana Elinor Ostrom, que recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2009, disse que a base de uma nova transformação econômica virá de associações construídas através da coletividade, sem isso estaremos fadados ao fracasso. Essa virada de página, de uma visão tradicionalista para uma voltada aos benefícios da troca, se faz notar no dia-a-dia. Afinal de contas, vivemos em uma nova era do aprendizado humano, que é o princípio cooperativo. Talvez seja este o momento de valorizarmos projetos relacionados com a arte sustentável, através de uma economia estruturada pelo talento do seu povo, para conquistarmos de fato a nossa cidadania.

Por isso me lanço a candidato a deputado federal pelo PV. Quero atuar em áreas relacionadas com o conceito de desenvolvimento sustentável, que possam abrir novas modalidades no crescimento coletivo.

Seu envolvimento com as questões ambientais começou quando?

O meu interesse pela questão ambiental começou na década de 80, século 20, quando trabalhava na rádio Castelo Branco FM, em Divinópolis, onde tive o privilégio de ter como professor o jornalista Flávio Flora, hoje um dos maiores nomes da intelectualidade mineira, que conhece o tema ambiental com profundidade.

Durante um período atuando no rádio em vários municípios mineiros, fiz alguns programas independentes. Um deles se chamava ZOOM, que veiculou na rádio Sucesso FM no início da década de 90, que apresentava temas do cotidiano: amor, preconceito, corrupção, loucura, meio ambiente e vários assuntos. A poeta Adélia Prado, o chargista Ziraldo, o cantor João Bosco e mais de mil pessoas, foram os entrevistados do ZOOM.

Dessa experiência, apoiada pelo diretor da rádio Sucesso José Rubens, eu produzi alguns documentários: “Que país é este?”, 1990; “Movimento Terrestre”, 1991; “Lugar Nenhum”, 1992; e a história do artista plástico italiano Benine, 1993. Todos esses trabalhos tiveram uma ótima recepção por parte do público. O que teve mais destaque foi o documentário “Movimento Terrestre”[ele foi visto na França, Bruxelas e Canadá], selecionado para representar Minas Gerais na Eco-92, no Rio de Janeiro, entre os mais de cem títulos vindos de várias partes da França e do Brasil.

Rodado e montado inteiramente usando imagens das ruas de Barbacena e das belas paisagens da Serra de Ibitipoca, “Movimento Terrestre” foge das tendências mais voltadas para o cientificismo que predomina nas produções francesas, mas consegue expor com muita clareza quais são os principais problemas ambientais que o homem terá que enfrentar. O corpo de jurados foi composto por Nelson Pereira dos Santos, Ana Magalhães, Grande Otelo, jornalistas e cineastas franceses.

Suas idéias são pontuadas exatamente em quais questões?

Solidariedade com os grupos mais desfavorecidos da sociedade; novas abordagens que possam considerar metas de auto-realização social e coletiva por cima do crescimento econômico e de consumo; participação social, com a meta de elevar a capacidade da população para uma gestão mais responsável e crítica sobre o meio ambiente; auto gestão que amplie a participação popular em programas que gerem crescimento do capital humano; e, sobretudo, a criação de novas dinâmicas regionais que capacite adolescentes e jovens a compreenderem um novo modelo de economia solidária. Vejo que essas questões no atual contexto, são imprescindíveis no avanço da democracia participativa.

Que história é essa de democracia participativa?

Esse é um tema muito importante para se definir uma sociedade cooperativa. Assim como a democracia participativa, precisamos dar ampla ênfase aos conceitos de democracia direta, democracia nas comunidades, reforma política e redefinição democrática. E vejo que isso tudo tem haver com o projeto político do Partido Verde, que agora tem como candidata a presidente da República, Marina Silva.

Me fale sobre sua história no jornalismo impresso

No jornalismo impresso atuo há 25 anos. Mas como cronista e ensaísta, comecei no jornal Cidade de Barbacena, dirigido por Marcelo Gonçalves, tendo Edson Brandão como Chargistas e Sérgio Ayres como redator. Depois disso passei por várias áreas como repórter, fotógrafo, diagramador, redator chefe e editor por alguns jornais da região (Folha de Lagoa Dourada; Folha de Santos Dumont; Folha de Rio Preto; Folha de São Vicente de Minas; Folha de Lima Duarte).

Em 1998 assumi o cargo de editor chefe do jornal Correio da Serra em Barbacena até o final de 2002; em 2003, fui para Juiz de Fora para dirigir o jornal Correio Mineiro (que circulou durante três anos nas regiões da Zona da Mata e Vertentes); em 2006, recebi o convite para assumir a secretaria de comunicação da prefeitura de Barbacena; em 2007, comandei o jornal Correio do Paraibuna, em Juiz de Fora; em 2009, fui convidado para dirigir novamente o jornal Correio da Serra, em Barbacena.

Parece que agora, que o planeta começou a se manifestar com fúria, muita gente está aderindo ao tema verde. Mas tudo isso não pode ser transformar em simples modismo?

O momento exige que tenhamos uma postura mais inteligente, voltada ao conceito de sustentabilidade econômica, que possa abrir novas modalidades de desenvolvimento; se não for assim, poucas pessoas sobreviverão à fúria da natureza. Uma parte das respostas, sem dúvida, vai depender dos resultados das eleições desse ano. E uma das pessoas mais preparadas para enfrentar esta questão no Brasil é Marina Silva, candidata a presidente da República pelo PV. Ela poderá ser o canal de comunicação para mobilizar uma nova discussão na América Latina. Os outros candidatos são precários nestas abordagens. São representantes de uma estrutura política com teores do neoliberalismo. Precismos de uma visão real dos problemas, com um olhar mais sério sobre a função do bioma em nossas vidas. Isso só poderá ocorrer com uma ampla articulação da sociedade, nas suas múltiplas atividades profissionais. O planeta começa a se defender dos abusos provocados pelo homem. E as suas consequências já são sentidas no dia-a-dia. Temas como mudanças climáticas e aquecimento global precisam ser discutidos com interesse coletivo. Se não houver o comprometimento da sociedade, em todas as suas instâncias, vivenciaremos situações mais calamitosas.

Você acredita que há maturidade do povo brasileiro para compreender essas abordagens?

Ao que parece os objetivos do homem comum, agrupados em conceitos culturais e políticos, sempre estiveram voltados aos interesses materiais, cinicamente apresentados por muitos [como jargão] de crescimento social. Esse é um dos pontos apresentados por Thomas Nagel, professor de filosofia do direito na Universidade de Nova Iorque: “o homem vive na ilusão de se contentar com um aparente poder, inútil dentro do ciclo das demandas do mundo contemporâneo, para molestar e destruir o que está em sua volta”.

Dar de ombros aos problemas ambientais alimenta a desqualificação do comprometimento ecológico. Se no passado era uma bandeira de um partido só, no presente a expressão ‘meio ambiente’ se transforma numa causa coletiva, que não tem dono. Sua ideologia deve ser pela busca de uma resposta: “teremos tempo para salvar o planeta?”

E a sua família o apoia nesta jornada?

É uma coisa engraçada, outro dia estive com os meus sobrinhos em Divinópolis e eles me colocaram contra a parede para saber os motivos que me levam a estar na política. Eu simplesmente disse: sou um eterno idealista! Todos riram com ternura. No final falaram que estarão comigo nesta trilha, para o que der e vier. Quem me conhece sabe. Todos esses anos fui uma pessoa ligada a vários movimentos sociais. Grande parte dos representantes populares da região da Zona da Mata e Vertentes, me conhecem. A minha postura sempre foi a de provocar, através da dialética, uma análise crítica das deficiências do Estado, do sistema, em nossas vidas. A minha mulher [´Fernanda Santarosa], que é a principal apoiadora do meu projeto, e por ser uma grande jornalista, me orienta com sabedoria para que eu possa traçar as minhas idéias com o pé no chão, voltado para os princípios do bem estar social.

Conto com o seu apoio

o meu número é 4304

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COMUNIDADE

ESSA É MINHA NOVA COMUNIDADE NO ORKUT

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=103044097

PARTICIPE!!!!!!!!!!

domingo, 4 de julho de 2010

ONDAS



Vou postar durante 20 domingos alguns projetos
Gráficos feitos por mim. Este é o sétimo


terça-feira, 22 de junho de 2010

Uma tarde legal


François Truffaut et Jeanne Moreau, "Jules et Jim", Côte d'Azur, Mai 1961
foto de Claude Azoulay 



 
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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Corpo



Imagem de Christian Coigny


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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Recolhido


Mike Tyson #1, Interview, 1990. Foto de Michel Comte



domingo, 16 de maio de 2010

Segredos





Vou postar durante 20 domingos alguns projetos
gráficos feitos por mim. Este é o quinto


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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sempre marilyn

Marilyn Monroe. Foto de Lawrence Schiller



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terça-feira, 11 de maio de 2010

Suavidade


Heather. Foto de George Holz


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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Lateral

Foto de Mario Palmieri


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sábado, 8 de maio de 2010

Mito

The Beatles, Paris, March 1964. Foto de Jean-Marie Périer


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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Sofisticada

Caroll Baker, Cannes, Mai 1965. Foto de Claude Azoulay


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Harmonia

  Elegance. Foto de Thomas Defays


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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Na esquina

Canal & Bowery - 2, NYC 2005. Foto de Florian Böhm


 
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terça-feira, 4 de maio de 2010

Asas

Foto de Gavin Bond


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Gestos


Imagem produzida por Gilles de Beauchêne


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domingo, 2 de maio de 2010

Cultura


Vou postar durante 20 domingos alguns projetos
gráficos feitos por mim. Este é o quinto


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sábado, 1 de maio de 2010

Conceitual

Temperature Rising, 1993. Imagem feita por Mark Arbeit

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Beatnik

Allen Ginsberg, East 14th Street, New York City, 1974. Foto de Michael Tighe


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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ele não merecia esse fim



Che Guevara foi um dos políticos mais interessantes do século 20. Morreu lutando  a favor da dignidade humana e pela igualdade de classes. A fonte dessa imagem é do blog http://imagesvisions.blogspot.com/. A foto foi feita pelo fotógrafo boliviano Freddy Alborta Trigo, que segundo Fernando Rabelo:  "Ganhou fama em outubro de 1967, quando retratou o cadáver do guerrilheiro Ernesto Che Guevara morto com os olhos abertos, como se tivesse em vida estendido na lavanderia de um hospital no vilarejo Vallegrande situado no sudeste da Bolívia. O corpo foi apresentado pelas forças militares logo após o assassinato. Freddy Alborta trabalhou nos jornais Presencia, Ultima Hora e Jornada. Além das fotografias de Che e de sua trajetória como fotojornalista, Alborta retratou também paisagens e costumes da população andina boliviana. Faleceu em 17 de agosto de 2005 de problemas cardíacos aos 73 anos de idade".

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ousada


Sonia Braga #2, Vogue Brasil, 1991. Foto de Michel Comte

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Encontro

De Gaule et J.F. Kennedy, Palais De L' Elysée, Paris, Mai 1961. Foto de Claude Azoulay


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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Zen

Boy, Mongolia, 1995. Foto produzida pelo ator Richard Gere




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domingo, 25 de abril de 2010

Fontes



Vou postar durante 20 domingos alguns projetos
gráficos feitos por mim. Este é quarto


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